quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Biblioteca atualizada

Enfim, pra terminar a primeira década aqui vai a parcial da biblioteca mgo (mertzig gonçalves de oliveira) no fim de 2010:

mgo bib em pdf

q venha 2011. Será q chego nos 600 daqui um ano?

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

n resisti: retrospectiva 2010

Janeiro:
Duas semanas iniciais bem relax em big field... só curtindo o condomínio c a mert!
Duas semanas finais c bastante trabalho para uma proposta c a DD pro Itaú Cultural. Q n rolou.
Foi minha introdução ao LART.
Ficou um bom diagrama e alguns pedaços de txt.




Fevereiro:
Choveu pacas em Big Field e perdemos duas grandes avenidas q só foram reinauguradas esses dias.


Março:
Mataram o cartunista Glauco.
O haiti foi atingido por um terremoto monstro e o Rio de Janeiro por chuvas q provocaram desmoronamento de favelas.


Abril:
Compondo peça nova, preparando o concerto de junho e dando aulas, muitas aulas (sábado de manhã, inclusive!). 
Acho q fui pra BSB...


Maio:
Casamento da Sizuê em ldna. Eu q n tinha visto a famiglia no fim do ano, matei saudades da cidade natal!


Junho:
Olha q cartaz bonito a Venise fez pra o meu concerto de primeiro semestre.
Toquei no Sesc pra uma meia duzia de gatos pingados. Mas os gatos pingados certos. rs

Julho:
Férias, uhuuuu ganhei uma grana e fui cuidar da motinha!
No fim do mês eu e a mert ficamos mais velhos! Velhos e felizes, embora sempre ranzinzas, rs 


Agosto:
BSB pra começar bem o semestre bebendo pão líquido no Mittelager, na 203N.
O LART começou fervendo c muitos projetos... eu iria encarar um deles pra ver qual é. O do Memorial da América Latina em Sampa... minha meca!
Fui pra SP, revi o ernani, o gui e a michelle. Fiz com a camix o projeto de nossa obra malsussedida na mostra coletiva internacional: transfronteiras contemporâneas. Uma instalação na galeria do Memorial.






 Setembro:
Meu pai, mãe, cadu, gi e joão vieram pro feriado de 7/09.
Depois foram duas semanas em Sampa pra colocar a obra em pé!
Tava lá la na vernisage. Só eu q esqueci de pegar um programa.



Outubro:
BSB again, agora sim, últimas noites no ap da 204 N.
FAT 2.0! O LART baixou em Big Field, com oficina da Cidoca e palestra da DD recramando da camix. A Lecix ficou em casa.
Presidente Prudente - toquei no Cesar Cava  again!

Novembro:
Treta no eunem
festivar da música crássica
A vó Lia veio pra cá e ficou uns 3 dias!
O exército tomou a favela do cruzeiro e o morro do alemão no RJ.

Dezembro:
O SISCAD (sist de notas da ufms) n funcionou até hj!!!! e eu ja estou em pleno gozo de férias desde dia 13.
Entre 23 e 27 estaremos em ldna. O phê desce pra praia c meus pais e volta pra B. Field dia 17 de 2011.
Eu e a mert passaremos o ano novo por aqui.... ou qqer coisa eu aviso.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

último post do ano

pois é
acabou então essa primeira década.

Vamos pra segunda do século e do milênio.
Meu segundo ano de doutorado.
Minha segunda metade de probatório.

sábado, 20 de novembro de 2010

púbrico do latim pubris

No começo de 2010 fomos chamados à pró-reitoria de extensão que nos disse q havia pouco dinheiro,
não haviam mais ´passagens assim, o processo seria um pouco mais complicado.
portanto não seríamos atentidos em nosso s projetos. porém, haveria passagem!  Bem, dois meses depois já
Aí nesse glorioso mês de novembro a cidade se enche espetáculos de música de qualidade custeados pelo tal 
Fizemos nosso evento com nossas 3 passagens mirradas e hotéis com muitoesforço e discussão.

$ público q a pró-reitoria nos disse q estava curto. O tal encontro com a músga clássica trouxe um quarteto nossa dqui, por todo o apoio ($?). Agora mesmo, nesses dias em que escrevo isso aqui, está ocorrendo um
de violões de sampa e mais uma professora de coral de la e agradeceram muuuuito à universidade federal 
encontro de coros universitários. São dois coros de fora e um daqui. Da minha universidade! Se bem q nunca (com maestro e tudo) lá de SC (será q vieram de avião?) e um coral da federal da grande dourados.
os vi fazer um concertosinho sequer no campus de campo grande. Enfim, sabe-se que veio um coral inteiro 
O causo é o seguinte, quem decide onde e como será aplicado o $$?
surpresa de ver a firma fazendo qualquer coisa (se bem q não é bem qqer coisa, é uma qqer coisa, na maioria 
Porque pelos caminhos que percorremos (editais e tal) as coisas nunca dão certo e de repente temos a dos casos, de baixíssima qualidade) e gastando um $ q disse n ter?
dizer. Saco do inferno! nem desabafar por aqui se pode! Maldito 1984 q jamais acabará. 
Pra variar terei que embaralhar meu texto pra q as pessoas não consigam entender o que estou querendo

terça-feira, 9 de novembro de 2010

arapuca

Essa porcaria toda no Enem não é pouca coisa. Estamos falando da porta de entrada para o sistema de ensino superior federal! As consequências dessa lambança toda são calamitosas. As federais (e outras IES) entraram nessa (Enem) por uma coação nítida. Primeiro pq deixariam de custear as provas locais, depois pq o governo pressiona por muitos outros caminhos.





Parece mesmo uma armadilha: atrairam e forçaram todos a entrar nesse sistema (registremos aqui a resistência das estaduais paulistas) e agora é fácil, basta puxar a cordinha e a arapuca cai e trava todo o ensino superior federal logo em sua entrada! Parece mesmo um golpe final!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Morte da Educação

Temos acompanhado de longa data a agonia do ensino público no Brasil. Eu mesmo sou testemunha participante desde há exatos 30 anos, quando me matricularam no primeiro ano do Hugo Simas (escola pública do centro de Londrina). Em 1980 era ainda certo status estudar nessa escola do centro da cidade. Além do fácil acesso, a escola era conhecida por sua qualidade.Qualidade esta q eu não me lembro de experimentar.

Fui um péssimo aluno. Pelo pouco mesmo q me sobrou na memória o colégio não foi mto melhor q eu.
Sei q oito anos depois de nunca ter reprovado um ano sequer, fui pra uma escola particular, pq ja era corrente entre nós mesmos estudantes de 13 e 14 anos, a consciência da péssima qualidade da educação no ensino público. Em 1988 reprovei o primeiro ano do ensino médio. Ja no fim do segundo semestre meu pai foi chamado a escola, pq além de ele não ter pago nenhuma prestação mesnsal (q era mesmo um absurdo de caro pra um funcionário público com três filhos), eu ja me encontrava em uma situação praticamente irrecuperável.

No ano seguinte voltei pra escola pública, ja conhecendo de algum tpo o slogan da escola onde faria todo meu colegial e td o mais q me acompanhou naquele tpo: "Vicentão, entra burroe sai ladrão." Não foi meu caso. Embora tenha de fato entrado bem burro e ter tido experiência política lá, não saí ladrão. Saí sem passar no primeiro vestibular, pq eu n estudava mesmo.Pra mim o melhor slogan seria algo como: Vicentão, entra burro e sai burro mesmo."

Estou escrevendo isso td pra falar do enem. Registrar aqui q essa merda deu errado d novo nesse ano. Não descobriram nenhuma corrupção, como no ano passado. Erram muito na montagem e impressão das provas. Tipo aqueles caras de mga. Como era mesmo o nome daquela empresa de concursos q sempre me arrumava um extra?

 Não há muito a fazer além de anular o exame. Se deixarem alguns candidatos fazer provas novamente não haverá quebra de isonomia das condições aos candidatos?

Ok, consideremos então q o exame seja cancelado. Vão fazer outro? ta mesmo sobrando dinheiro nessa área né?! Se não fizerem outro, quem ocupará as vagas na minha sala de aula, q alías ta vazia por conta da adesão forçada ao exame como critério de entrada no ano passado?

Ouvi desde criança q é interesse do governo manter o povo burro, ignorante, sem acesso à informação. Mas ja não estão exagerando?

domingo, 7 de novembro de 2010

encontros e desencontros

Não sei mesmo se é melhor algum pudor, não pelo pudor em si, mas pelos estados de fundo (Damásio) q o motivam.

O q é clássico mesmo?

Essas coisas, conceitos, nomes, termos. 

Nesse fim de semana começou o terceiro ou quarto encontro c a m. clássica.

Sobretudo no ocidente isso é bastante nítido por ser uma cultura bem delimitada.

A noção de clássico n é tão difícil assim.

Comecei c essa pergunta pq creio q ela possa sintetizar qse td o q quero dizer.

Podemos entendê-la por algo q ultrapasse seu próprio tpo, seu tpo de criação.

Existe uma música clássica.

Algo (uma produção humana) q conserve seu valor estético, q possibilite significações mesmo em novos contextos de experimentação.

Enqto escrevo essa frase o violino (dentro de seu case) estava encostado na poltrona e caiu (sem ninguem mexer) aqui ao meu lado! Um sinal!

Também estou intercalando as frases de modo a embaralhar o txt.

Fico dando voltas pra enrolar um pouco e colocar a critica q quero fazer aqui nesses parágrafos do meio.

O leitor q dê seus pulos (rs) pra entender.

Até aqui provavelmente ninguem mais está lendo, ja me sinto mais seguro, vamos lá...

No q observo hj em minha volta penso q ninguem mais se importa c as coisas efetivamente.

E é interessante notar como o hábito se reifica e se desgruda do seu nome, do conceito q um dia serviu tão bem para representál-lo. 

Continua-se c o hábito sem a menor necessidade de seus termos específicos.

Usa-se um nome sem o menor compromisso com os hábitos específicos q estavam no momento de sua origem. 

O contrário tbem é válido.
 

Eu podia tentar olhar o outro lado.

Sei q é um post pessimista.

Como é importante a continuidade de eventos assim.

O diabo é q ficamos festejando isso tudo enqto perdemos a possibilidade de levar as coisas pra frente. 

Como é importante ver tanta gente em um sábado a noite indo no teatro.


E sem trabalhar adequadamente n vamos pra muito longe disso aqui não



domingão de sol

Pq n chegamos em lugar nenhum ainda.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

trivialidades campograndenses

Saí c a Mert pra comer. Saboreamos um hamburger de ponta de costela com cebola 9pq cebola faz parte da relação, né carol?) E depois, voltando pela Mato Grosso lembramos daquele café q abriu um pouco pra baixo do Comper, onde eu queria passar pra comprar uma Ale Abadia (pena q só vendem a Bohemia la). Então me senti o próprio policial gordo norte americano, comendo dunuts com café quase meia noite.




video

terça-feira, 26 de outubro de 2010

vida no scriptorium

Dar aulas é uma coisa q gosto. Desde q comecei.
Por mais dificuldade q tive até aqui, continuo com esse gosto.

Sei q se trata do começo de ano, mas essa sensação me voltou pela segunda vz nesse ano hj.
Pode ser q seja apenas coisas de primeiro semestre, antes da prova. Na verdade acho q é.
Mas, tirando a prova, e esse negócio de aprovar ou reprovar as pessoas, eu até q gosto de lecionar, de preparar as aulas... de ficar em meu scriptorium lendo, escolhendo e ouvindo, pra depois falar.




Ja disse aqui em outra ocasião q eu sou um escriba!

...agora preciso direcionar essa coisa toda pra escrever uma tese.Isso depois q eu conseguir terminar as disciplinas.



 Puts, a iluminura acima é de uma preparação de cerveja na Id. Média!

O época boa aquela! Eu ia viver entre a Biblioteca e a cozinha. Se é q não rolava uma passagem secreta.

sábado, 23 de outubro de 2010

News books on the table

A origem das espécies - C. Darwin
Arte como experiência - J. Dewey

Paraisos artificiais - C. Baudelaire

Patrocínio: Restituição do IR 2009.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Histórico de produção da Instalação pro Memorial da A. L.

No finalzinho de junho recebemos (LART)  o convite da Galeria de Arte Marta Traba - do Memorial da América Latina, pra participarmos de uma mostra: TRANSfronteiras Contemporâneas.


A partir daí tivemos um monte de reuniões via skype e presenciais la em bsb pra criarmos a instalação.



Em agosto ainda eu e a camix fomos até sampa, falamos c um montão de gente e fizemos a pré-produção do Biocybrid Latin American Memorial





























Entre 11 e 21 de Stembro nos colocaram num hotelzão perto do memorial e fomos então ralar mto pra instalar a bagaça:



 Aí fui e ia todo dia até o Jardim Botânico pra colocar o microfone nesse trecho ai do córrego das nascentes do Ipiranga.

A ideia veio do Dadu. Numa conversa sobre o projeto. Escolhi conversar com ele por ser nascido formado e vivido em São Paulo, ser aquiteto e principalmente por ser o Dadu.





Deu um trabalhão entre todos os contatos com os responsáveis no Botânico. Embora a Tia Celinha trabalhe lá, preferi não incomodá-la. também fui mto bem atendido pela Bruna e toda a equipe do jardim.




No fim, depois de correr como um louco por 3 dias no JB, la estava o microfone!!



Uma das coisas mais complicadas foi quando precisei fechar essa caixa ai. Bem, ela não estaria ai em princípio. Depois de muito bater a cabeça a proposta era colocar o microfone ali no corrego e puxar um cabo por 50 metros até a casa da guarda.







O q provavelmente daria certo se o cabo n tivesse a maldita propriedade de aumentar o nível de ruido em relação ao sinal conforme aumente seu comprimento.
Depois q ouvimos rádio pelo cabão, resolvi colocar essa caixa ai. eu levaria um cabo de energia por 35 m da casa da guarda até ai, perto da beira do riacho.

Daí, onde ficaria a mesa até a beira do riacho seriam c. de 7 metros. O cabo então não vira uma antena. Da mesa pro computer (sem monitor, pq estava controlado à distância) e do computer, pro modem 3G, e o straming do áudio ia pelo Google Talks numa conversa initerrupta entre dois usuarios criados especificamente pra essa transmissão.





Bom, teve tbem um bom trabalho la na galeria. taí o Gui q n me deixa mentir!

Depois de td pronto vei a vernisage:

 

E ai o nome da gente ficou la na parede esse mês inteiro, e a instalação ficou em partes...


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

catálogo de concertos - mais de uma década camelando pra tocar minhas coisas...

  • Londrina - PR, 1999 - Concertos Matinais (Teatro Ouro Verde)
    • Pessoal - para barítono e piano
  • São Paulo - SP, 1999 - Centro Cultural e de Estudos Superiores Aúthos Pagano (Auditório)
    • Pessoal - para barítono e piano
     
  • Londrina - PR, 2000 - Mostra de Compositores Londrinenses (Teatro Zaqueu de Melo)
    • Saudade (tema dela) - para viola, piano e conjunto de metais.
  • Maringá - PR, 2002 - Projeto Semeando Música (Anfiteatro Ney Marques - UEM)
    • Músicas Eletroacústicas
  • Maringá - PR, 2003 - II Encontro de Pesquisa em Música (Teatro Luzamor)
    • Músicas Eletroacústicas
  • Maringá - PR, 2004 - Quando o som torna-se paisagem, quando a paisagem torna-se música (Tribo's Bar)
    • Paisagens Sonoras 
  • Londrina - PR, 2004 -  Quando o som torna-se paisagem, quando a paisagem torna-se música (Bar Valentino)
    • Paisagens Sonoras
  • Londrina - PR, 2004 - II Encontro de compositores universitários (Teatro Ouro Verde).
    • Pubscape
  • Maringá - PR, 2004 - Panorâmica da Música Contemporânea (Teatro Luzamor)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Maringá - PR, 2004 -Convite à Música (Teatro Callil Haddad)
    •  Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Maringá - PR, 2005 - Panorâmica da Música Contemporânea (Teatro Luzamor)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Maringá - PR, 2005 - Convite à Música (Teatro Callil Haddad)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Presidente Prudente - SP, 2008 - Decada Prima (Teatro Cezar Cava)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Londrina - PR, 2008 Encontro Rádio Arte - UEL (Teatro Ouro Verde)
    • Salmo 50 - tape solo
  • São Paulo - SP, 2009 - Paisagens Sonoras (Ibrasotope)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Campo Grande - MS, 2009 - Abertura FAT 1.0 (Teatro Sesc Prosa)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Campo Grande - MS, 2009 - Encontro com a Música Clássica (Teatro Araci Balabanian)
    • Estação Primeira Pantaneira - Poema Sinfônico
  • Campo Grande - MS, 2010 - Movimento Concerto - UFMS (Teatro Sesc Prosa)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Brasília - DF, 2010 - Cometa Cenas (UnB)
    • As suplicantes (PS para Sýnolo Ikétes - O Jogo das Suplicantes)
  • São Paulo - SP, 2010 - Mostra TRANSfronteiras Contemporâneas - Pólo 29a. Bienal de Arte de São Paulo (Galeria Marta Traba - Memorial da América Latina)
    • Biocybrid Latin American Memorial (Instalação Multimídia)
  • Campo Grande - MS, 2010 - Abertura FAT 2.0 (Teatro Sesc Prosa)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Presidente Prudente - SP, 2010 - Encerramento da Jornada de Produção Fonográfica (Teatro Cezar Cava)
    • Paisagens Sonoras

    quarta-feira, 6 de outubro de 2010

    quarta-feira, 15 de setembro de 2010

    Lista de Personagens pro Twitter - Biocybrid Latin American

    #biocybrid mande sua mensagem para:

    (unautorized by D.D.)

    Alberto Santos Dumont
    Ángela Becerra
    Astor Piazzolla
    Carlos Chagas
    Carmen Miranda
    Che Guevara
    Diana Domingues
    Diego Rivera
    Fernando Botero.
    Francisco Varela
    Frida Kahlo
    Gabriel Garcia Marques
    Humberto Maturana
    Jesus Soto
    Jorge Luis Borges
    José Clemente Orozco
    Julio Le Parc
    Mário de Andrade
    Miguel Hidalgo y Costilla
    Pablo Neruda
    Roberto Matta
    Salvador Allende
    San Martin
    Simon Bolivar

    quinta-feira, 9 de setembro de 2010

    terça-feira, 31 de agosto de 2010

    São Paulo - uma epécie de Meca pra mim

    Não sei bem qdo começou, deve ter sido no início da faculdade, 1993. Sei que em 1996, meio com o saco na lua, muitas dúvidas sobre o q fazer no fim da faculdade, chamei o Ernani e viajamos no meu chevette 1979 pra sampa. Uma semana pra colocar a cabeça no lugar.


    fomos na loca. Lembro q saímos depois de um concerto do Neuma, com incensos e tals,
    senti uma puta falta da Patrícia. Não sabia bem pq não estávamos juntos... O fato é q em 97 la estava eu novamente e em 98, ja com a Mert de novo (ufa!) e daí pra cá acho mesmo q todo ano acaba rolando ao menos um motivo pra ir pra cidade q não acaba.

    Me lembro de muita coisa legal de lá. Há 10 anos atrás estáva indo c o Lô Galbiati (agora pai fresco) pra fazer o som direto e a trilha pro filme do Alex. Depois vieram expomusics da vida e nos últimos anos, aulas pra dar (e calotes pra receber) numa especialização. Pensei q ia ser por ali o máximo q eu ia alcançar na terra da garôa. Dei aulas pra um monte de candidatos a peritos advindos de um monte de lugares legais de sampa. Fiquei num hotel bem legal em todas as vzs e quase recebi td o dinheiro.

    Ano passado eu e o pirex fizemos um concerto lá, no ibrasotope (?). Contei num post anterior.

    Mas nesse ano a coisa foi   diferente. Fui pra lá pra maior pré-produção q ja fiz até hj. Q envolve minha pesquisa e minhas composições. Minha orientadora, prof. Dra. Diana Domingues, foi convidada pra expor na Mostra TransFronteiras Contemporâneas, que acontecerá  no Memorial da América Latina e fará parte da 29a. Bienal de São Paulo.

    Vixe, não esperava trabalhar em uma instalação na Bienal tão cedo! Claro q não sou eu. É a professora Diana. Mas sou do time! estou até o pescoço envolvido!

    Quando desci do taxi em frente ao Memorial, qdo atravessei a passarela e vi pela primeira vz aquelas imagens q ja tinha visto tantas vzs na tv, jornal, internet, (   ), enfim, me lembrei da primeira vz q vi van Gogh no MASP, acho q 1995, ou 4?.

    Esse ano tem sido especial, toquei (medieval e eletroacústica) em Brasília, agora teremos São Paulo (e é uma Bienal!!) e até o fim do ano Buenos Aires.

    É, se as coisas continuarem assim, depois de um longo e tenebroso inverno, devo mesmo conseguir esse doutorado. O legal é q junto dele ainda levo um bom portifólio e mta experiência de produção com equipe e orientadora de primeira!

    sexta-feira, 20 de agosto de 2010

    Abstract of Doctorate Project

    BIOCYBRID SOUNDSCAPES: A WAY TO CONTEMPORARY AESTHETICS


    PhD candidate: André Luiz Gonçalves de Oliveira
    LART – UnB-FGA/Gama.

    Advisor: PhD. Diana Domingues
    Sênior Professor at Brasília University – UnB.



    The soundscape music composition is a kind of artistical work that appeared at the 70th decade. The composers created a new purpose in aesthetics that came to be considered as a new paradigm of the conceptual framework of the music. New concepts of perception offered a support to these advances. The Phenomenology of F.Brentano and E. Husserl are the bases of these novelties from the 19th to 20th century. However, the works of Merleau-Ponty and some of his followers, as F. Varela, H. Maturana, A. Noë and others, from the middle of the XXth century to this time, become the great references for new developments of the perception theory foundations and of the Soundscape study area.

    The Phenomenology of Perception, the Ennactionists and Externalists Theories of Cognition and Perception have disposed some concepts that permitted advances toward a new aesthetic possibilities. Some concepts have been used at the context of creative applications in artistical works. The Biocybrid concept (the coupling between body, data-cyberspace and the physical world at the informational level) has demonstrated (in experiential artistical works as "Opened Body Connection", "XIV BIS") an enormous capacity to contribute for a development of technology to create Soundscape Music and others artistic modalities that may be called Biocybrid.

    We will work in order to specify a set of procedures characteristics of Biocybrid Soundscapes. It will involve populations of organisms in one ecologic (meta) community and its territorial dynamics, with urban places. For this thesis the frogs will be our focus by its production and wide use of the sounds in its lives. The frog’s sounds are considered as markers of many aspects of the ecosystem life. The soundscape of the environment where the frog populations live will be connected with other places, such as urban physical places and a www sites. In this work we want to transpose and link different environments, in order to stress the relations between them. The urban environments are growing in direction of natural ones. What are happening with the natural soundscapes? What kind dynamical mixture does the growing of urban environments over the natural ones produce? We hope that the soundscapes that emerges from this mix may show to us some features of the relations between the diferent communities in our ecosystem.

    As the urban soundscape begins to blend with the natural (not urban) soundscape, populations of different species move yourselves, seeking for better living conditions. This movement have direct influences on the composition of the local soundscape. Thus, if we follow for a certain period of time, the movements of certain populations within the meta-communities of amphibians and frogs, we will draw a map (a sound map) of how these species responds to the advance of urban environments. The soundscapes, composed of the fauna sound events of a region, are taked here as artistical works made trought biological markers on the conditions for sustaining life (for such species) in the ecosystem in question.

    This thesis intends to research the development of technology to compose Soundscape Music based on new theories of perception. In this way we can focus on the concept of biocybrid systems envolving ecosystem and communities of frogs, humans and machines working together in a simbiotic way. Then, we’ll make a kind of biocybrid ecological soundscape that emerges from symbiotic relation between the actors named previously.

    quarta-feira, 18 de agosto de 2010

    Impressões Brasílicas, ou os lugares e as pessoas

    Qdo era criança ouvia meu pai dizer q Brasília era uma cidade diferente. Muito racional, fria e solitária! Que havia um estranho sufocar pela amplidão dos espaços vazios. Que ela não era feita para as pessoas (homem nú). Enfim... Cresceu comigo uma curiosidade por  aquela cidade!

    Fui direcionado pra BSB por uma situação completamente inusitada. Acabei vindo pra Campo Grande e daqui... fazer doc na UnB. Iria então conhecer a capital projetada pelos grandes Oscar Niemeyer e Lucio Costa.

    Q cidade incrível! q lugar incrível, q lugares incríveis! e eu ainda não vi nada... apenas dei umas voltinhas de taxi e a pé pela asa norte. Nada mesmo, mas ja deu pra dar água na boca. Não fui pra lugar nenhum, além de um super Bar na 203N (eu acho), q na real é uma Taverna Medieval. Dei uma super sorte pois estava rolando uma festa medieval... toquei flauta, darbak e carron até a mão doer muito. rsrsrsrs há qto tpo n faço isso?! Aliás os produtores da festa (atenciosíssimos), ja entraram em contato pruma próxima!


    Aqui em Big Field os dias ja não anoitecem mais às 17:30...

    E o q dizer de meus colegas de estudo (doutorandos e pós-douts)? Nível mais alto impossível! Também ainda não encontro palavras pra descrever a prof. D.D. minha orientadora e responsável por minha aventura no planalto central!

    Puts pai... sei q temos pontos de vista distintos sobre a racionalidade... mas eu adorei a amplitude de espaço em torno de mim, enquanto atravessava a L2 em direção ao ap do Colina! Eu me extendi nos mais de 6km da asa norte. E nem no vento cortante da noite seca de agosto eu senti frio! Não há frieza nas ruas de Brasília. Há espaço. Espaço pra ação. Qdo se encontra as pessoas nos lugares tudo re-significa. Como qdo encontrei aquelas pessoas no bar medival ou no LART/UnB-Gama!


    Estou começando a conhecer BSB e pra falar a verdade, está interessante.

    domingo, 1 de agosto de 2010

    37th years out of my head # crônicas da vida privada

    Nasci no início da década de 1970.
     Início da crise mundial de petróleo. Início de uma segunda época da guerra fria, da segunda década da ditadura de 60, da maturidade e extinção do movimento hippie. Enfim, cada vz mais acho q nasci em um momento de crossfade de uma época anterior para a q vivemos hj.
      
    Infância e juventude em Londrina. Uma vida pensada pra ser realizada ali mesmo, não fosse a rapidez com q os conflitos se mostraram insuportáveis.

    A maturidade foi se chegando com o início da vida de pós-graduação (período este q ainda não consegui acabar, mas devo resolvê-lo em 4 anos no máximo). O mundo pra fora de londrina começou a se descortinar melhor após uma tentiva frustrada (pelo MEC) de estudar na Open University. Daí veio a vida maringabaense. Um ciclo todo com uma sequencia de esperança, decepção, resignação e perseverança.

    Esperança porque fomos pra lá com uma promessa clara de uma vaga efetiva. Alugamos um apto no centro e pensamos, vamos conhecer a cidade. O primeiro ano foi bom. E no segundo, conseguimos inclusive, levar um grupo de colegas de estudo e trabalho. No entanto, antes do fim do segundo ano as coisas ja tinham ido por água abaixo. É uma cilada Roger!. Não havia, nem nunca mais haveria nehuma vaga efetiva para sujeitos como eu lá naquela espelunca!

    Decepção por ter acreditado numa situação q ja na primeira vista (Xilofone de Metal!) pareceu pouco consistente. Agora tinhamos amigos e uma briga com a síndica. Ah, também tínhamos o seguro desemprego (400 por 4 meses) o projeto Guri, os nossos pais e algumas idéias malucas como o escritório de perícias, a Uninflama e os quebra-galhos caloteiros como o SUET! Ou seja... picas.

    A ida pro colégio foi a saída mais digna (??)ao q tudo indicava. E fomos, resignados como os tais bois no matadouro, imagem um tanto lugar-comum, mas muito adequada à situação. Entretanto, mesmo em meio a toda zona de uma sala de sexta série do E. Fundamental de um colégio público no período vespertino, ou aos arroubos de violência nas salas de periferia no noturno, eu mantinha ligado o botão da pesquisa (principalmente através das manutenção da prática de composição, leituras e publicações).

    Teve tbem o episódio da WrONG. Apromum - Associação dos Professores de Música do Mussum. Eita mundão velho sem porteira!, diria meu vô Geraldo. Tinhamos agência de publicidade, banners, 3 grupos musicais, salas de ensaios, escritório em prédio comercial do centro da cidade, contratos com a prefeitura, ops... e o fogo amigo (mui amigo!)nos derrubou de novo!

    Então vimos uma luz no fim do túnel com a Unoeste e, coincidentemente, um futuro nesse lado do país! O bom é q as coisas andam pra frente! Foi cerca de um ano entre a preparação para a vinda e a efetiva mudança em Julho de 2009. Aqui estamos! O Phê vai ser adolescente numa capital. UFMS, Big Field... A Mert tem uma orquestra (?) pra tocar e tem algum tpo pra preparar o doc dela tbem. Faz um ano desse novo ciclo q ainda não sei bem onde vai dar. Planos? Vários! e estão em curso! Parece mais promissor que maringaba e é bem mais sólido tbem.

    Só uma sequência de fatos pra encerrar e exemplificar um pouco a dinâmica contemporânea: Um dia estou na minha sala e uma colega entra e pergunta a outro colega se tinha mais alguém para apresentar palestra no evento de Arte e Techn. Acabo arrumando uma palestra e um concerto. No dia do evento, conheço uma prof. q dalí dois meses seria minha orientadora do doutorado na UnB! Dá pra acreditar na rapidez das coisas? Do caralho a experiência no Lart/UnB - BSB... sem palavras! uma caminhada q se iniciou com um semestre muito bom e prometendo mais!

    Sim, mais, pra ficar só no âmbito da Tecnologia: nessa semana teremos entre nós o compositor e prof. Zampronha (Univers. de Valladolid - Espanha), no mês que vêm teremos o FAT 2.0 com nada menos que Diana Domingues (UnB), Jonatas Manzolli (Unicamp) e Lucia Santaela (Puc/SP). Em setembro terei peças apresentadas aqui em B. Field (FAT 2.0) em BSB (festival de Teatro, IX Arte/IDA-UnB), São Paulo (memorial da A.L. - evento da Bienal de SP) e Buenos Aires (ainda não sei em qual evento!). Nesse novo semestre vamos com disciplina pro doc aqui na UFMS, talvez em BSB e no curso de música com co-orientação de I.C. ... Enfim, correria! ótima correria!

    segunda-feira, 26 de julho de 2010

    A evolução da espécie:

    Suzuki GN 125cc - 1960














    Suzuki GN 125cc - 1970













    Suzuki Intruder 125cc - 2005















    Suzuki Intruder 125cc - 2009














    Suzuki Intruder 125cc - 2010















    A minha Intruder 125cc - 2010:

    quinta-feira, 8 de julho de 2010

    Custom, or Work in Progress

    Saiu da loja assim há nove meses!:












     Logo de cara acrescentei o sissy-bar, o guidão da virago 250 e o protetor com pedaleira. Então tinhamos isso aqui:
















    Depois veio a bolha:















    Agora temos novas manoplas:














    olhe bem,



















    ou ainda,















    Pelos meus cálculos ainda trocarei a lanterna traseira (quero uma redonda, mas tá difícil encontrar), o pneu da 250, cromarei as manetes e o quadro todo (quem se lembra da Caloi Cross Extra Cromo?!)

    Aliás, por falar nessas bikes, me voltam memórias das gloriosas magrelas da década de 80. As Caloi Cross ExtraLigth eram as mais incríeis. mas confesso q pra quem andava de monaretinha...


     - embora a minha parecesse mais com essa aqui:


    ...eu fiquei com o queixo caido ao ver uma bmx da monark com aquele tancão amarelo na frente do banco de moto, pela primeira vez. Era a bike do Jr. Depois todos nós tivemos nossas CCross Extra... os mais burguesinhos até rodavam nas extra ligth, e no antares haviam algumas cromo!!

    Enfim, aí vão as imagens de algumas dessas magrelas tão importantes na infância do Antares na década de 1980!

    Procurando isso aqui, me re-encontrei c uma das imagens mais espetaculares do final de minha infância!! Aquela bike (Brandani) com amortecedores era do caraca e tinham uns caras que andavam bem na terra c ela!!