sábado, 20 de novembro de 2010

púbrico do latim pubris

No começo de 2010 fomos chamados à pró-reitoria de extensão que nos disse q havia pouco dinheiro,
não haviam mais ´passagens assim, o processo seria um pouco mais complicado.
portanto não seríamos atentidos em nosso s projetos. porém, haveria passagem!  Bem, dois meses depois já
Aí nesse glorioso mês de novembro a cidade se enche espetáculos de música de qualidade custeados pelo tal 
Fizemos nosso evento com nossas 3 passagens mirradas e hotéis com muitoesforço e discussão.

$ público q a pró-reitoria nos disse q estava curto. O tal encontro com a músga clássica trouxe um quarteto nossa dqui, por todo o apoio ($?). Agora mesmo, nesses dias em que escrevo isso aqui, está ocorrendo um
de violões de sampa e mais uma professora de coral de la e agradeceram muuuuito à universidade federal 
encontro de coros universitários. São dois coros de fora e um daqui. Da minha universidade! Se bem q nunca (com maestro e tudo) lá de SC (será q vieram de avião?) e um coral da federal da grande dourados.
os vi fazer um concertosinho sequer no campus de campo grande. Enfim, sabe-se que veio um coral inteiro 
O causo é o seguinte, quem decide onde e como será aplicado o $$?
surpresa de ver a firma fazendo qualquer coisa (se bem q não é bem qqer coisa, é uma qqer coisa, na maioria 
Porque pelos caminhos que percorremos (editais e tal) as coisas nunca dão certo e de repente temos a dos casos, de baixíssima qualidade) e gastando um $ q disse n ter?
dizer. Saco do inferno! nem desabafar por aqui se pode! Maldito 1984 q jamais acabará. 
Pra variar terei que embaralhar meu texto pra q as pessoas não consigam entender o que estou querendo

terça-feira, 9 de novembro de 2010

arapuca

Essa porcaria toda no Enem não é pouca coisa. Estamos falando da porta de entrada para o sistema de ensino superior federal! As consequências dessa lambança toda são calamitosas. As federais (e outras IES) entraram nessa (Enem) por uma coação nítida. Primeiro pq deixariam de custear as provas locais, depois pq o governo pressiona por muitos outros caminhos.





Parece mesmo uma armadilha: atrairam e forçaram todos a entrar nesse sistema (registremos aqui a resistência das estaduais paulistas) e agora é fácil, basta puxar a cordinha e a arapuca cai e trava todo o ensino superior federal logo em sua entrada! Parece mesmo um golpe final!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Morte da Educação

Temos acompanhado de longa data a agonia do ensino público no Brasil. Eu mesmo sou testemunha participante desde há exatos 30 anos, quando me matricularam no primeiro ano do Hugo Simas (escola pública do centro de Londrina). Em 1980 era ainda certo status estudar nessa escola do centro da cidade. Além do fácil acesso, a escola era conhecida por sua qualidade.Qualidade esta q eu não me lembro de experimentar.

Fui um péssimo aluno. Pelo pouco mesmo q me sobrou na memória o colégio não foi mto melhor q eu.
Sei q oito anos depois de nunca ter reprovado um ano sequer, fui pra uma escola particular, pq ja era corrente entre nós mesmos estudantes de 13 e 14 anos, a consciência da péssima qualidade da educação no ensino público. Em 1988 reprovei o primeiro ano do ensino médio. Ja no fim do segundo semestre meu pai foi chamado a escola, pq além de ele não ter pago nenhuma prestação mesnsal (q era mesmo um absurdo de caro pra um funcionário público com três filhos), eu ja me encontrava em uma situação praticamente irrecuperável.

No ano seguinte voltei pra escola pública, ja conhecendo de algum tpo o slogan da escola onde faria todo meu colegial e td o mais q me acompanhou naquele tpo: "Vicentão, entra burroe sai ladrão." Não foi meu caso. Embora tenha de fato entrado bem burro e ter tido experiência política lá, não saí ladrão. Saí sem passar no primeiro vestibular, pq eu n estudava mesmo.Pra mim o melhor slogan seria algo como: Vicentão, entra burro e sai burro mesmo."

Estou escrevendo isso td pra falar do enem. Registrar aqui q essa merda deu errado d novo nesse ano. Não descobriram nenhuma corrupção, como no ano passado. Erram muito na montagem e impressão das provas. Tipo aqueles caras de mga. Como era mesmo o nome daquela empresa de concursos q sempre me arrumava um extra?

 Não há muito a fazer além de anular o exame. Se deixarem alguns candidatos fazer provas novamente não haverá quebra de isonomia das condições aos candidatos?

Ok, consideremos então q o exame seja cancelado. Vão fazer outro? ta mesmo sobrando dinheiro nessa área né?! Se não fizerem outro, quem ocupará as vagas na minha sala de aula, q alías ta vazia por conta da adesão forçada ao exame como critério de entrada no ano passado?

Ouvi desde criança q é interesse do governo manter o povo burro, ignorante, sem acesso à informação. Mas ja não estão exagerando?

domingo, 7 de novembro de 2010

encontros e desencontros

Não sei mesmo se é melhor algum pudor, não pelo pudor em si, mas pelos estados de fundo (Damásio) q o motivam.

O q é clássico mesmo?

Essas coisas, conceitos, nomes, termos. 

Nesse fim de semana começou o terceiro ou quarto encontro c a m. clássica.

Sobretudo no ocidente isso é bastante nítido por ser uma cultura bem delimitada.

A noção de clássico n é tão difícil assim.

Comecei c essa pergunta pq creio q ela possa sintetizar qse td o q quero dizer.

Podemos entendê-la por algo q ultrapasse seu próprio tpo, seu tpo de criação.

Existe uma música clássica.

Algo (uma produção humana) q conserve seu valor estético, q possibilite significações mesmo em novos contextos de experimentação.

Enqto escrevo essa frase o violino (dentro de seu case) estava encostado na poltrona e caiu (sem ninguem mexer) aqui ao meu lado! Um sinal!

Também estou intercalando as frases de modo a embaralhar o txt.

Fico dando voltas pra enrolar um pouco e colocar a critica q quero fazer aqui nesses parágrafos do meio.

O leitor q dê seus pulos (rs) pra entender.

Até aqui provavelmente ninguem mais está lendo, ja me sinto mais seguro, vamos lá...

No q observo hj em minha volta penso q ninguem mais se importa c as coisas efetivamente.

E é interessante notar como o hábito se reifica e se desgruda do seu nome, do conceito q um dia serviu tão bem para representál-lo. 

Continua-se c o hábito sem a menor necessidade de seus termos específicos.

Usa-se um nome sem o menor compromisso com os hábitos específicos q estavam no momento de sua origem. 

O contrário tbem é válido.
 

Eu podia tentar olhar o outro lado.

Sei q é um post pessimista.

Como é importante a continuidade de eventos assim.

O diabo é q ficamos festejando isso tudo enqto perdemos a possibilidade de levar as coisas pra frente. 

Como é importante ver tanta gente em um sábado a noite indo no teatro.


E sem trabalhar adequadamente n vamos pra muito longe disso aqui não



domingão de sol

Pq n chegamos em lugar nenhum ainda.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

trivialidades campograndenses

Saí c a Mert pra comer. Saboreamos um hamburger de ponta de costela com cebola 9pq cebola faz parte da relação, né carol?) E depois, voltando pela Mato Grosso lembramos daquele café q abriu um pouco pra baixo do Comper, onde eu queria passar pra comprar uma Ale Abadia (pena q só vendem a Bohemia la). Então me senti o próprio policial gordo norte americano, comendo dunuts com café quase meia noite.




terça-feira, 26 de outubro de 2010

vida no scriptorium

Dar aulas é uma coisa q gosto. Desde q comecei.
Por mais dificuldade q tive até aqui, continuo com esse gosto.

Sei q se trata do começo de ano, mas essa sensação me voltou pela segunda vz nesse ano hj.
Pode ser q seja apenas coisas de primeiro semestre, antes da prova. Na verdade acho q é.
Mas, tirando a prova, e esse negócio de aprovar ou reprovar as pessoas, eu até q gosto de lecionar, de preparar as aulas... de ficar em meu scriptorium lendo, escolhendo e ouvindo, pra depois falar.




Ja disse aqui em outra ocasião q eu sou um escriba!

...agora preciso direcionar essa coisa toda pra escrever uma tese.Isso depois q eu conseguir terminar as disciplinas.



 Puts, a iluminura acima é de uma preparação de cerveja na Id. Média!

O época boa aquela! Eu ia viver entre a Biblioteca e a cozinha. Se é q não rolava uma passagem secreta.

sábado, 23 de outubro de 2010

News books on the table

A origem das espécies - C. Darwin
Arte como experiência - J. Dewey

Paraisos artificiais - C. Baudelaire

Patrocínio: Restituição do IR 2009.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Histórico de produção da Instalação pro Memorial da A. L.

No finalzinho de junho recebemos (LART)  o convite da Galeria de Arte Marta Traba - do Memorial da América Latina, pra participarmos de uma mostra: TRANSfronteiras Contemporâneas.


A partir daí tivemos um monte de reuniões via skype e presenciais la em bsb pra criarmos a instalação.



Em agosto ainda eu e a camix fomos até sampa, falamos c um montão de gente e fizemos a pré-produção do Biocybrid Latin American Memorial





























Entre 11 e 21 de Stembro nos colocaram num hotelzão perto do memorial e fomos então ralar mto pra instalar a bagaça:



 Aí fui e ia todo dia até o Jardim Botânico pra colocar o microfone nesse trecho ai do córrego das nascentes do Ipiranga.

A ideia veio do Dadu. Numa conversa sobre o projeto. Escolhi conversar com ele por ser nascido formado e vivido em São Paulo, ser aquiteto e principalmente por ser o Dadu.





Deu um trabalhão entre todos os contatos com os responsáveis no Botânico. Embora a Tia Celinha trabalhe lá, preferi não incomodá-la. também fui mto bem atendido pela Bruna e toda a equipe do jardim.




No fim, depois de correr como um louco por 3 dias no JB, la estava o microfone!!



Uma das coisas mais complicadas foi quando precisei fechar essa caixa ai. Bem, ela não estaria ai em princípio. Depois de muito bater a cabeça a proposta era colocar o microfone ali no corrego e puxar um cabo por 50 metros até a casa da guarda.







O q provavelmente daria certo se o cabo n tivesse a maldita propriedade de aumentar o nível de ruido em relação ao sinal conforme aumente seu comprimento.
Depois q ouvimos rádio pelo cabão, resolvi colocar essa caixa ai. eu levaria um cabo de energia por 35 m da casa da guarda até ai, perto da beira do riacho.

Daí, onde ficaria a mesa até a beira do riacho seriam c. de 7 metros. O cabo então não vira uma antena. Da mesa pro computer (sem monitor, pq estava controlado à distância) e do computer, pro modem 3G, e o straming do áudio ia pelo Google Talks numa conversa initerrupta entre dois usuarios criados especificamente pra essa transmissão.





Bom, teve tbem um bom trabalho la na galeria. taí o Gui q n me deixa mentir!

Depois de td pronto vei a vernisage:

 

E ai o nome da gente ficou la na parede esse mês inteiro, e a instalação ficou em partes...


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

catálogo de concertos - mais de uma década camelando pra tocar minhas coisas...

  • Londrina - PR, 1999 - Concertos Matinais (Teatro Ouro Verde)
    • Pessoal - para barítono e piano
  • São Paulo - SP, 1999 - Centro Cultural e de Estudos Superiores Aúthos Pagano (Auditório)
    • Pessoal - para barítono e piano
     
  • Londrina - PR, 2000 - Mostra de Compositores Londrinenses (Teatro Zaqueu de Melo)
    • Saudade (tema dela) - para viola, piano e conjunto de metais.
  • Maringá - PR, 2002 - Projeto Semeando Música (Anfiteatro Ney Marques - UEM)
    • Músicas Eletroacústicas
  • Maringá - PR, 2003 - II Encontro de Pesquisa em Música (Teatro Luzamor)
    • Músicas Eletroacústicas
  • Maringá - PR, 2004 - Quando o som torna-se paisagem, quando a paisagem torna-se música (Tribo's Bar)
    • Paisagens Sonoras 
  • Londrina - PR, 2004 -  Quando o som torna-se paisagem, quando a paisagem torna-se música (Bar Valentino)
    • Paisagens Sonoras
  • Londrina - PR, 2004 - II Encontro de compositores universitários (Teatro Ouro Verde).
    • Pubscape
  • Maringá - PR, 2004 - Panorâmica da Música Contemporânea (Teatro Luzamor)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Maringá - PR, 2004 -Convite à Música (Teatro Callil Haddad)
    •  Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Maringá - PR, 2005 - Panorâmica da Música Contemporânea (Teatro Luzamor)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Maringá - PR, 2005 - Convite à Música (Teatro Callil Haddad)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Presidente Prudente - SP, 2008 - Decada Prima (Teatro Cezar Cava)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Londrina - PR, 2008 Encontro Rádio Arte - UEL (Teatro Ouro Verde)
    • Salmo 50 - tape solo
  • São Paulo - SP, 2009 - Paisagens Sonoras (Ibrasotope)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Campo Grande - MS, 2009 - Abertura FAT 1.0 (Teatro Sesc Prosa)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Campo Grande - MS, 2009 - Encontro com a Música Clássica (Teatro Araci Balabanian)
    • Estação Primeira Pantaneira - Poema Sinfônico
  • Campo Grande - MS, 2010 - Movimento Concerto - UFMS (Teatro Sesc Prosa)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Brasília - DF, 2010 - Cometa Cenas (UnB)
    • As suplicantes (PS para Sýnolo Ikétes - O Jogo das Suplicantes)
  • São Paulo - SP, 2010 - Mostra TRANSfronteiras Contemporâneas - Pólo 29a. Bienal de Arte de São Paulo (Galeria Marta Traba - Memorial da América Latina)
    • Biocybrid Latin American Memorial (Instalação Multimídia)
  • Campo Grande - MS, 2010 - Abertura FAT 2.0 (Teatro Sesc Prosa)
    • Paisagens Sonoras e M. Eletroacústica
  • Presidente Prudente - SP, 2010 - Encerramento da Jornada de Produção Fonográfica (Teatro Cezar Cava)
    • Paisagens Sonoras

    quarta-feira, 6 de outubro de 2010